● Há 50 anos, quando comecei a frequentar “a casa do futebol”, havia alguma magia. A modalidade ganhou uma dimensão extraordinária e foi absorvida por muita gente que procurou ganhar importância e notoriedade social através do desporto. Programas televisivos a rodos em todos os canais transformaram o desporto numa alavanca da promoção social. Não tem nada de mal escolherem os caminhos que cada um pretende seguir na sua vida e o futebol é um deles. Nada tenho contra isso.
Por todo o lado, desde os Regionais à Primeira Liga, tudo serve para alimentar egoísmos. O futebol tem que ser vivido com paixão. Nos clubes e Associações não pode valer tudo. Mas tudo vale. Os Regulamentos alteram-se e as leis são subvertidas. Esta ‘casa’, que era bem frequentada, transformou-se num mundo ‘sem rei nem roque’.
Os clubes podem ficar a dever que não perdem direitos, podem fazer fusões que em vez de resultar num clube só, ficam na mesma os dois… enfim, não é fácil descrever o que está a acontecer. Vivemos um futebol diferente com consequências imprevisíveis no futuro.f

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