A Câmara Municipal de Lisboa (CML) rectificou, por unanimidade, um protocolo entre a autarquia, a Fundação Eugénio de Almeida (FEA) e a Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) relativo à requalificação da Rua Marquês da Fronteira.

• Os custos serão assumidos pela CML, que se compromete a “conservar a integridade dos elementos patrimoniais distintivos da família Eugénio de Almeida incorporados no actual muro do Parque de Santa Gertrudes na confrontação com a Rua Marquês da Fronteira e a colocá-los em local a designar” pela FEA. Por outro lado, cada Fundação vende à autarquia uma parcela de terreno necessária à intervenção. A FEA recebe 500 mil euros por 4.439,5 m2 e a FCG 582.612 euros por 7.533,5 m2. Em causa está o alinhamento do muro com os outros prédios da Rua Marquês da Fronteira, o alargamento do passeio, o rebaixamento do muro do Parque Santa Gertrudes até ao edifício junto à Rua Nicolau Bettencourt, a criação de um acesso autónomo à Casa de Santa Gertrudes, com número de polícia e acesso por automóvel, e a criação de um espaço de fruição pública entre os jardins de ambas as Fundações.f

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