A Junta de Freguesia decidiu não pagar o suplemento de risco, insalubridade e penosidade aos trabalhadores da higiene urbana que, por prevenção e segurança, estão em regime de rotatividade no qual os trabalhadores passaram a laborar dia sim, dia não.

A denúncia partiu do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) que qualifica a decisão como “inaceitável”, esperando que o Executivo reverta a sua decisão. Os sindicalistas lembram que “os trabalhadores não foram para casa por iniciativa própria ou de ânimo leve.”

Além disso, este suplemento tem um grande peso no rendimento destes trabalhadores, que recebem “os salários mais baixos da administração pública, nomeadamente de 645,07 euros”, salienta o STML.

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