● Ainda não estou refeito das decisões da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) sobre subidas de divisão e eis que surge agora o comunicado 444, que aborda a organização de todos os campeonatos, desde os seniores masculinos aos femininos, passando obviamente pelas competições da formação.
Não dá para acreditar no que aí vem. É claro que não vou escalpelizar todas as competições, mas por razões óbvias concentro-me no Campeonato Nacional da I Divisão Feminina.
Trata-se de uma invenção à portuguesa. Além de dividir a competição em duas séries, tem a particularidade de, na primeira fase, estar prevista apenas uma volta.
Espectáculo! Mas os outros campeonatos também têm “coisas” surpreendentes.
Julgava que a pausa provocada pela crise sanitária, que deixou a época a meio, seria uma ocasião ideal para se discutir de forma séria o futebol com os clubes. Enganei-me!
A nossa vida nos mais diversos aspectos sofre mutações estranhas, embora de diversas matrizes.
Num momento de reflexão dou comigo a estabelecer uma comparação em três vertentes.

● Há uns anos, dizia-se que “em cada rua havia uma taberna”, depois as tabernas foram encerrando portas e passou-se a dizer que “em todos os cantos há uma Agência bancária”. Mas como a vida não parou, chegaram os empresários de futebol, perdão, não são empresários, “são mediadores em cada esquina”.
Tal vai a molenga.f

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