Eram dez da manhã do dia 14 de Novembro registou-se uma tentativa de assalto a um apartamento no Bairro do Alto do Parque. A 5 do mesmo mês, pelas 18h30, uma freguesa já tinha sido assaltada dentro de um prédio da Rua Rodrigo de Fonseca. Em Outubro (dia 15), por volta das nove da manhã, também houve notícia de uma tentativa de assalto, neste caso, a uma residência na Rua Marquês da Fronteira.  Estes são alguns exemplos mais recentes da actividade dos “amigos do alheio” que tem afectado a vida dos fregueses das Avenidas Novas, que reivindicam o regresso da PSP à freguesia. De acordo com os autarcas, a esquadra da PSP só voltará integrada no plano de urbanização da Praça de Espanha.
Entretanto, a Associação de Moradores do Bairro do Alto do Parque considera que a reabertura da Esquadra nas Avenidas Novas “vai continuar a não ter qualquer importância ou relevância” para a autarquia lisboeta.
O policiamento da freguesia, que era feito pela 31.ª Esquadra, junto à Praça de Espanha, encerrada 25 de Dezembro de 2016, passou a ser garantido pelos seus efectivos, agora sediados noutra Esquadra da 5.ª Divisão, na Penha de França (11.ª Esquadra). Os moradores queixam-se da falta de segurança e da demora da PSP quando é chamada.
Fim definitivo?
Entretanto, informações veiculadas pelas redes sociais dão por certo que durante este mês estes efectivos serão distribuídos por outras divisões acabando definitivamente com a 31.ª Esquadra.  A PSP não comenta a situação, considerando que “desde há muito que é realizada uma gestão activa dos meios policiais disponíveis pelo que a situação descrita é usual e continuará a sê-lo no seio desta força de segurança”. 
No esclarecimento prestado ao “Freguês de Avenidas Novas”, a PSP precisa que “um qualquer meio que se encontre numa Esquadra, que tenha sido  útil mas que, por qualquer motivo, não mantém a mesma relevância inicial (porque o problema que motivou a respectiva aquisição se encontra resolvido, p.e.) é deslocado para outro serviço que necessite de dispor dessa mesma ferramenta”.
Segundo esta força policial, além de rentabilizar os meios e os fundos despendidos, esta forma de gestão garante “respostas concretas num menor espaço temporal”.f
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