● Entre as várias necessidades que todos sabemos existirem no Futebol Clube Benfica (FCB), além da modernização das suas instalações, uma delas salta à vista quando se observa o seu vasto acervo desportivo: o museu.
Esta estrutura permitiria expor a vasta documentação e a enorme quantidade de Taças e Troféus, bem como testemunhos de alguns episódios fantásticos. Há o risco de algumas histórias se perderem na voragem do tempo. A deslocação a Bruxelas em 1949; a história fantástica do stick trazido de Espanha; a viagem a França em pleno Maio de 68; e tantas outras que já se perderam…
O CFB sobreviveu às duas Grandes Guerras, como me lembrou uma vez, no seu gabinete, o Senhor Secretário de Estado Laurentino Dias, e a sua história é um enredo de envolvimento com a comunidade. Uma vida com mais de um século de existência, reconhecida, mas sustentada no esforço de todos nós, associados, dirigentes, atletas, técnicos e funcionários.
A existência de um museu acentuaria o carácter de ex-libris da freguesia, revelando a todos o património do CFB. A história e memória são para preservar.
A ideia do Museu nasce porque uma série de acontecimentos trouxe ao FCB pessoas ilustres na área do desporto que, em primeira mão, lamentam que um acervo desportivo tão importante esteja disperso por várias salas sem condições de conservação que, obviamente, não traduzem a dimensão nem a riqueza de tão importante e rico património.f

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